Golpes Digitais e a Responsabilidade dos Bancos: Até Onde Vai a Segurança da Sua Conta?

Luiz Henrique Coppoli Barros • 28 de maio de 2026

Os golpes digitais evoluíram e muitas empresas só percebem isso quando o prejuízo já aconteceu.

Nos últimos anos, o aumento das fraudes bancárias digitais acendeu um alerta para empresários e consumidores. Transferências indevidas, invasões de conta, links falsos, clonagem de WhatsApp e movimentações suspeitas se tornaram cada vez mais frequentes, acompanhando o crescimento dos serviços financeiros online.

Mas o que muitos não sabem é que, em determinadas situações, a instituição financeira também pode ser responsabilizada pelos danos causados.


Quando o banco pode ter responsabilidade?

Com a digitalização dos serviços bancários, os bancos passaram a ter o dever de investir constantemente em tecnologia, monitoramento e mecanismos de segurança. Quando há falhas nesse processo, a responsabilidade pode ir além do cliente.


Alguns exemplos chamam atenção:


  • Movimentações fora do padrão sem bloqueio preventivo
  • Falhas em autenticação ou verificação de identidade
  • Ausência de mecanismos de alerta para operações suspeitas
  • Liberação de transações incompatíveis com o histórico da conta


Cada situação precisa ser analisada individualmente, mas o entendimento jurídico tem avançado no sentido de exigir das instituições financeiras um papel mais ativo na prevenção de fraudes.


O impacto para empresas e empresários

No ambiente empresarial, um golpe digital pode gerar muito mais do que uma perda financeira momentânea. Dependendo da situação, o prejuízo afeta fluxo de caixa, pagamentos, fornecedores e até a continuidade da operação.


Além disso, muitas empresas não possuem protocolos internos de segurança digital, o que aumenta a vulnerabilidade em acessos bancários, autorizações de pagamento e compartilhamento de dados sensíveis.


Por isso, prevenção e organização são essenciais.


Como reduzir riscos e proteger sua empresa

Algumas medidas simples podem fortalecer a segurança financeira do negócio:


  • Implementar políticas internas de autorização bancária
  • Limitar acessos e permissões financeiras
  • Utilizar autenticação em múltiplos fatores
  • Monitorar movimentações suspeitas
  • Registrar imediatamente qualquer tentativa de fraude
  • Buscar orientação jurídica rápida em caso de golpe


Em muitos casos, agir rapidamente faz toda a diferença para reduzir prejuízos e garantir direitos.

Os golpes digitais vieram para ficar e a responsabilidade pela segurança não pode recair apenas sobre o cliente. Empresas e instituições financeiras precisam atuar juntas para reduzir riscos e proteger operações.


No Coppoli Advogados, acompanhamos casos envolvendo fraudes digitais, responsabilidade bancária e proteção patrimonial, oferecendo suporte estratégico para empresas que buscam mais segurança no ambiente digital.



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Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 13 de outubro de 2026
Decisão do Supremo Tribunal Federal pode trazer impactos tributários para empresas que utilizam incentivos fiscais estaduais. O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, em 7 de outubro de 2026 , um importante julgamento sobre a tributação dos créditos presumidos de ICMS. A decisão estabeleceu que esses valores não devem integrar a base de cálculo do PIS e da Cofins. O entendimento representa um avanço na discussão sobre a tributação de incentivos fiscais e reforça a importância do acompanhamento jurídico para empresas que buscam maior segurança em suas operações. O que muda com essa decisão? Os créditos presumidos de ICMS são benefícios concedidos pelos estados para incentivar atividades econômicas, estimular investimentos e contribuir para o desenvolvimento regional. A discussão envolvia a possibilidade de a União considerar esses benefícios como receita tributável para fins de PIS e Cofins. Com a decisão, o STF firmou o entendimento de que os créditos presumidos de ICMS não constituem receita ou faturamento das empresas para fins dessas contribuições. Isso pode influenciar a forma como determinados contribuintes realizam sua apuração tributária. Quais são os impactos para as empresas? Empresas que utilizam créditos presumidos de ICMS poderão precisar revisar seus procedimentos fiscais para avaliar os efeitos da decisão. Dependendo de cada situação, também poderá ser necessário analisar a existência de valores recolhidos anteriormente e a possibilidade de recuperação, respeitando os requisitos legais. Entretanto, a aplicação do entendimento depende de fatores como o regime tributário, a natureza do benefício recebido e a situação fiscal de cada empresa. Por isso, qualquer medida deve ser precedida de uma avaliação jurídica individualizada. A importância do planejamento jurídico Decisões tributárias podem gerar oportunidades, mas também exigem atenção aos procedimentos necessários para sua aplicação. O acompanhamento jurídico preventivo permite identificar possíveis impactos, avaliar riscos e orientar decisões com maior segurança. Além disso, manter a empresa atualizada sobre mudanças legislativas e decisões dos tribunais é fundamental para um planejamento empresarial mais eficiente. Como a Coppoli Advogados pode ajudar? A Coppoli Advogados acompanha as principais mudanças jurídicas que impactam o ambiente empresarial, oferecendo orientação para que empresas possam compreender seus direitos, avaliar riscos e tomar decisões fundamentadas. Sua empresa utiliza benefícios fiscais de ICMS? Entre em contato com a Coppoli Advogados e entenda como essa decisão pode impactar o seu negócio.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 6 de outubro de 2026
A Reforma Tributária já começou. E a sua empresa precisa estar preparada. A Reforma Tributária já faz parte do planejamento das empresas brasileiras. Com a transição para um novo modelo de tributação sobre o consumo, os próximos anos serão marcados por mudanças que podem afetar desde a rotina financeira até contratos e relações comerciais. Mais do que conhecer as novas siglas e regras, o empresário precisa entender uma questão essencial: como essas mudanças podem impactar o funcionamento do seu negócio? Um novo cenário para as empresas A Reforma estabelece uma transição do atual sistema de tributação sobre o consumo para um modelo baseado principalmente na CBS e no IBS, além do Imposto Seletivo em situações específicas. Como essa transformação será gradual, empresas terão de lidar com um período de adaptação. Isso significa rever processos, acompanhar novas regras e avaliar como as mudanças podem refletir nas operações realizadas diariamente. E os impactos não serão necessariamente iguais para todos. Setor de atuação, estrutura da empresa, cadeia de fornecedores e modelo de negócio são alguns dos fatores que precisam ser considerados. O impacto vai além dos impostos Quando a tributação de uma operação muda, outros pontos da atividade empresarial também podem ser afetados. Preços praticados, margens, negociações comerciais, contratos com fornecedores e condições acordadas com clientes podem precisar de uma nova análise. É justamente por isso que tratar a Reforma Tributária apenas como uma questão contábil pode deixar pontos importantes de fora. Contratos também entram nessa análise Contratos firmados hoje podem continuar produzindo efeitos durante o período de transição da Reforma. Em contratos de longo prazo, por exemplo, mudanças tributárias podem alterar condições econômicas que existiam quando aquele negócio foi celebrado. Por isso, cláusulas relacionadas a tributos, reajustes, preços, responsabilidades e eventual reequilíbrio contratual merecem atenção. Uma análise preventiva permite identificar riscos e avaliar se os contratos da empresa estão preparados para possíveis mudanças no cenário tributário. É preciso esperar as novas regras entrarem em vigor? Não. O período de transição existe justamente para permitir adaptação. Para as empresas, esse tempo pode ser usado para entender possíveis impactos, revisar documentos e planejar mudanças necessárias. A preparação pode envolver diferentes áreas do negócio. Jurídico, contabilidade, financeiro e gestão precisam trabalhar de forma alinhada para que as decisões sejam tomadas considerando a realidade específica da empresa. Preparação jurídica também faz parte da Reforma Tributária As mudanças serão graduais, mas decisões tomadas agora podem produzir efeitos por vários anos. Antecipar a análise dos contratos e das relações empresariais ajuda a identificar pontos de atenção antes que eles se transformem em conflitos ou prejudiquem negociações importantes. A Coppoli Advogados acompanha os reflexos jurídicos da Reforma Tributária e auxilia empresas na revisão de contratos, identificação de riscos e preparação para esse novo cenário. Sua empresa já avaliou como a Reforma Tributária pode impactar suas relações comerciais? Conte com a Coppoli Advogados para entender os impactos jurídicos dessas mudanças no seu negócio.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 28 de agosto de 2026
A sua empresa está protegida ?
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 13 de agosto de 2026
Cuidado com estruturas artificiais que prometem reduzir tributos, elas podem se transformar em problemas sérios para você e seu cliente.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 13 de agosto de 2026
O Dia dos Pais pode ter passado, mas uma reflexão importante permanece: quem dará continuidade a tudo aquilo que você construiu ao longo dos anos?
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 23 de julho de 2026
Cuidado com estruturas artificiais que prometem reduzir tributos elas podem se transformar em problemas sérios para você e seu cliente.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 11 de junho de 2026
Ter CNPJ ou perfil em redes sociais não garante a propriedade do seu nome. Saiba por que o registro no INPI é a única blindagem real para o seu negócio.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 11 de junho de 2026
A quebra no recebimento de clientes pode sufocar sua operação. Saiba como estruturar mecanismos de cobrança e segurança jurídica para evitar o efeito dominó.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 28 de maio de 2026
Uma decisão recente trouxe um novo debate tributário que pode impactar diretamente empresários do Simples Nacional.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros • 16 de abril de 2026
A desorganização empresarial não se limita a falhas operacionais. Ela compromete a estrutura do negócio, reduz a eficiência da gestão e impacta diretamente na capacidade de crescimento. O problema é que esse impacto, na maioria das vezes, não é imediatamente visível, mas é progressivo e acumulativo. A desorganização como fator de perda estratégica Quando uma empresa não possui uma base jurídica bem estruturada, surgem fragilidades que afetam todo o funcionamento do negócio. Entre os principais sinais estão: Contratos incompletos, frágeis ou inexistentes Falta de definição clara no quadro societário Riscos trabalhistas recorrentes Ausência de alinhamento entre áreas jurídicas, fiscais e operacionais Essas falhas geram insegurança jurídica, retrabalho e perda de eficiência. O impacto direto na gestão e nas decisões A consequência mais relevante da desorganização não está apenas no custo financeiro, mas na forma como a empresa passa a operar. A gestão perde tempo resolvendo problemas que poderiam ter sido evitados. Decisões estratégicas tornam-se mais lentas. O ambiente interno se torna mais instável. Com isso, a empresa perde velocidade. E, no cenário atual, perder velocidade significa perder competitividade.