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Por Luiz Henrique Coppoli Barros 10 de fevereiro de 2026
No mercado atual, o talento é o ativo mais caro e disputado. Mas como manter um colaborador de alta performance (o "C-Level" ou o desenvolvedor sênior) sem comprometer o caixa imediato ou, pior, sem dar uma fatia da empresa a alguém que pode sair no mês que vem? A resposta não está em salários astronômicos, mas em uma estrutura jurídica inteligente chamada Vesting . O que é o Vesting e por que ele é vital para o crescimento? O Vesting é um contrato de opção de compra de participação societária condicionado ao tempo de casa ou ao atingimento de metas. Em termos simples: o colaborador "conquista" o direito de ser sócio aos poucos, enquanto prova seu valor. Mas cuidado: um contrato de Vesting mal redigido é uma bomba relógio que pode causar a perda de controle da sua própria empresa. Os Pilares do Vesting Seguro Para que essa estratégia funcione como um motor de crescimento e não como um problema societário, três elementos são cruciais: O Cliff (O Período de Carência): É o "test drive". Se o colaborador sair antes desse prazo (geralmente 1 ano), ele não leva nada. Isso protege a empresa de aventureiros. O Aceleração e Gatilhos: Definição clara de metas de performance. O talento só ganha participação se a empresa também ganhar valor. Direito de Recompra (Buy-back): Se o sócio-colaborador decidir sair, a empresa precisa ter o direito garantido de recomprar as quotas para evitar que uma pessoa "estranha" ou um ex-funcionário descontente permaneça no quadro societário. Retenção não é Prisão, é Alinhamento O grande diferencial do Vesting não é "segurar" a pessoa pelo contrato, mas alinhar os interesses. Quando o colaborador se sente dono, ele deixa de entregar apenas horas e passa a entregar valor. No entanto, o erro mais comum é utilizar modelos prontos da internet que não preveem as nuances do Direito Societário brasileiro. Isso gera disputas judiciais que podem paralisar a operação da sua empresa por anos. Planeje o futuro do seu quadro societário com segurança. Na Coppoli Advogados , estruturamos contratos de Vesting personalizados, focados na realidade do seu modelo de negócio e na proteção absoluta do controle majoritário. Você quer atrair sócios ou apenas ter bons empregados? Se a resposta é crescer com os melhores ao seu lado, você precisa de uma estrutura de Vesting profissional. Entre em contato e descubra como implementar o Vesting de forma segura e estratégica na sua empresa .
Por Luiz Henrique Coppoli Barros 10 de fevereiro de 2026
Premiar bons resultados é uma das melhores ferramentas de gestão, mas o que era uma estratégia de incentivo pode se transformar em uma armadilha tributária em 2026. Recentemente, a Receita Federal aumentou o rigor sobre a natureza dos prêmios pagos aos empregados, buscando afastar a isenção tributária de quem utiliza esse recurso de forma inadequada. Se a sua empresa paga premiações sem um embasamento jurídico rigoroso, você pode estar criando um passivo que aparecerá na pior hora possível. O que mudou no entendimento do Fisco? Para a Receita, não basta chamar de "prêmio". Para não haver incidência de encargos previdenciários e trabalhistas, a premiação precisa seguir critérios estritos que muitos gestores desconhecem: A Descaracterização do Salário: Se o prêmio é pago com habitualidade ou sem uma métrica de desempenho extraordinário, o Fisco entende que é "salário disfarçado". A Prova do Desempenho Superior: Não basta bater a meta comum. O prêmio deve estar atrelado a um desempenho que supere o ordinariamente esperado. Documentação Obrigatória: A falta de um regulamento interno claro e anterior ao pagamento é o primeiro erro apontado em fiscalizações. Muitas empresas tentam reduzir a carga tributária transformando bônus em prêmios. O problema? O cruzamento de dados da Receita está cada vez mais refinado. Se houver a reclassificação desses valores como verba salarial, a empresa será obrigada a pagar todos os encargos retroativos, acrescidos de multas que podem chegar a 75% do valor devido . O impacto não é apenas financeiro, é reputacional. Uma autuação desse porte trava certidões negativas e dificulta o acesso a crédito e licitações. Transforme o Risco em Vantagem Competitiva Na Coppoli Advogados , não sugerimos que você pare de premiar. Pelo contrário: queremos que você premie com segurança. O segredo está na Engenharia Jurídica da Premiação. Criação de regulamentos de metas robustos. Validação da natureza jurídica das verbas. Implementação de políticas de compliance preventivo. Sua política de premiação suportaria uma auditoria hoje? Não espere a notificação chegar para descobrir se sua estratégia é frágil. Proteja o patrimônio da sua empresa agora. 📲 Agende uma conversa com nosso time e blinde suas bonificações.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros 29 de janeiro de 2026
Em 2025, muitos empresários só perceberam fragilidades na gestão trabalhista quando o problema já estava instaurado: fiscalização, reclamação judicial ou conflito interno. O cenário para 2026 exige mais organização, clareza e segurança jurídica, especialmente na relação entre empresa e colaboradores. A boa notícia é que existem quatro ações simples, porém estratégicas, que podem proteger o negócio e reduzir drasticamente os riscos trabalhistas. 1. Dossiê disciplinar: quando a empresa não consegue provar o que aconteceu O problema: Empresas que não registram advertências, faltas, atrasos ou condutas inadequadas ficam vulneráveis em ações trabalhistas. Sem histórico documentado, a palavra do colaborador costuma prevalecer, mesmo quando a empresa agiu corretamente. A solução: O dossiê disciplinar organiza toda a vida funcional do empregado, com registros claros e cronológicos. Ele demonstra coerência, boa-fé e respeito às regras, fortalecendo a defesa da empresa em eventuais questionamentos. 2. Contratos frágeis: acordos mal feitos geram passivos invisíveis O problema: Contratos genéricos, incompletos ou desatualizados não refletem a realidade da função exercida. Isso abre espaço para pedidos de horas extras, acúmulo de função, vínculo indevido e outras demandas judiciais. A solução: Contratos robustos, bem redigidos e alinhados à prática da empresa, garantem clareza sobre jornada, funções, responsabilidades e direitos. Um bom contrato não evita apenas conflitos, ele previne ações trabalhistas. 3. Políticas internas inexistentes: regras que só existem “na conversa” O problema: Quando não há regras formalizadas, cada gestor aplica a “sua própria lógica”. Isso gera tratamento desigual, conflitos internos e dificuldade de justificar decisões disciplinares ou administrativas. A solução: Políticas internas claras estabelecem padrões de conduta, uso de recursos, jornadas, advertências e responsabilidades. Elas dão respaldo às decisões da empresa e criam um ambiente mais organizado e previsível. 4. Falhas no controle de ponto: o erro que mais gera condenações O problema: Controle de ponto mal feito, inexistente ou incompatível com a realidade da jornada é uma das principais causas de condenações trabalhistas. Pequenas falhas podem se transformar em grandes valores no processo. A solução: Uma gestão correta do controle de ponto, alinhada à legislação e à rotina da empresa, reduz riscos e garante transparência na relação com o colaborador. Mais do que registrar horários, é uma ferramenta de proteção jurídica. Todas essas ações não servem para “punir” o colaborador, mas para organizar a empresa e proteger o negócio. A ausência dessas práticas cria um ambiente propício a conflitos, fiscalizações e ações judiciais muitas vezes evitáveis. Problemas trabalhistas não surgem do dia para a noite. Eles são consequência de pequenas falhas acumuladas ao longo do tempo. Empresas que atuam de forma preventiva entram em 2026 mais seguras, organizadas e preparadas para crescer. 👉 Quer estruturar sua empresa para evitar surpresas trabalhistas? Fale com nossa equipe e implemente agora um gestão jurídica trabalhista eficiente!
Por Luiz Henrique Coppoli Barros 29 de janeiro de 2026
O ano de 2025 deixou lições importantes para o empresariado brasileiro. Em meio a mudanças tributárias, aumento da fiscalização e um mercado cada vez mais exigente, ficou claro que alguns erros se repetiram com frequência e que não podem ser levados para 2026. Empresas que ignorarem esses pontos tendem a enfrentar conflitos internos, perda de lucro, autuações fiscais e até o encerramento das atividades. Erro nº 1: Contratos mal feitos ou genéricos - Contratos copiados da internet, desatualizados ou mal redigidos continuam sendo um dos principais problemas das empresas. - Em 2025, muitos negócios sofreram prejuízos por cláusulas vagas, ausência de proteção jurídica e falta de alinhamento com a realidade da empresa. - Contratos ruins não geram apenas discussões eles abrem espaço para litígios , inadimplência e insegurança jurídica , afetando diretamente o caixa e a continuidade do negócio. Erro nº 2: Conflitos societários e falta de alinhamento entre sócios - Outro ponto crítico foi a ausência de regras claras entre sócios. Empresas cresceram, mudaram de estrutura ou passaram por momentos de crise sem acordos bem definidos. - Sem documentação adequada, conflitos societários se transformam rapidamente em disputas judiciais , bloqueio de decisões e paralisação do crescimento. - Em muitos casos, o problema não está no mercado está dentro da própria sociedade. Erro nº 3: Falta de compliance e organização documental - A falta de compliance e de documentação básica segue sendo um risco silencioso. - Empresas que não mantêm processos organizados, registros atualizados e controles mínimos acabam expostas a fiscalizações , multas e questionamentos que poderiam ser evitados. - Com o avanço do cruzamento de dados por parte do Fisco, a informalidade deixou de passar despercebida. Erro nº 4: Tributação inadequada para a realidade da empresa - Talvez o erro mais perigoso: estar no regime tributário errado ou operar sem planejamento fiscal. - Em 2025, muitas empresas pagaram mais imposto do que deveriam, enquanto outras acumularam riscos por desconhecimento das regras. A escolha incorreta do regime, a confusão entre pessoa física e jurídica e a falta de acompanhamento tributário podem comprometer o lucro e gerar autuações severas. O que esses erros têm em comum? Todos eles poderiam ser evitados com planejamento, organização e acompanhamento jurídico adequado. Ignorar essas falhas não apenas reduz a lucratividade, como coloca em risco o patrimônio dos sócios e a própria existência da empresa. 2026 exigirá mais estratégia, mais governança e mais segurança jurídica. Como evitar esses erros em 2026 Revisar contratos e relações comerciais; Formalizar regras claras entre sócios; Implementar práticas básicas de compliance; Organizar documentação e processos internos; Avaliar e ajustar a tributação da empresa; Contar com assessoria jurídica preventiva e estratégica; Empresas que identificam os erros cometidos em 2025 chegam mais fortes em 2026. As que insistem nos mesmos caminhos, pagam o preço em forma de prejuízo, conflitos e insegurança. Não espere o problema aparecer. Fale com nossa equipe e regularize a estrutura jurídica e tributária da sua empresa agora. Gostou deste conteúdo? Continue acompanhando nosso blog para mais orientações estratégicas sobre direito empresarial, tributário, compliance e proteção do seu negócio.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros 14 de janeiro de 2026
No mundo corporativo, poucas palavras são tão mal compreendidas quanto Compliance . Para muitos empresários, o termo soa como um excesso de papelada, regras rígidas que travam o negócio ou apenas uma exigência "para inglês ver". No entanto, essa visão é um erro que pode custar caro. Na prática, o Compliance é o sistema imunológico da sua empresa: ele detecta ameaças antes que elas se tornem fatais e garante que o crescimento aconteça sobre uma base ética e segura. O que é Compliance, afinal? Do inglês "to comply" (estar em conformidade), o Compliance nada mais é do que garantir que a empresa esteja alinhada a todas as leis, normas regulamentares e políticas éticas que regem o seu setor. Ele vai muito além do jurídico; envolve a criação de uma cultura organizacional onde o "jeito certo de fazer as coisas" é o padrão, protegendo a empresa de desvios internos e externos. Empresas que operam sem um programa de Compliance robusto estão, muitas vezes, sentadas sobre uma bomba-relógio prestes a explodir. Essa "bomba" pode assumir várias formas: Passivos Trabalhistas e Fiscais: Pequenas irregularidades que, acumuladas ao longo de anos, geram multas astronômicas e processos judiciais. Fraudes Internas: A ausência de processos e controles facilita desvios financeiros que corroem o lucro. Dano à Reputação: Em um mercado hiperconectado, um deslize ético pode destruir a imagem da marca em poucas horas, afastando clientes e parceiros. Insegurança Jurídica: Decisões tomadas sem o devido suporte normativo deixam os sócios vulneráveis a sanções civis e até criminais. Por que o Compliance é um Investimento (e não um Custo)? Ao contrário da burocracia, que gera lentidão, o Compliance gera eficiência e valor . Veja como: Segurança para Decisões: O empresário passa a decidir com base em processos claros, reduzindo a margem de erro. Acesso a Crédito e Investimentos: Bancos e fundos de investimento priorizam empresas que demonstram integridade e governança. Vantagem Competitiva: Ser uma empresa ética é um diferencial de mercado. Grandes empresas exigem que seus fornecedores tenham programas de Compliance para fechar contratos. Prevenção de Crises: Identificar um problema em estágio inicial permite correções rápidas, evitando que o caso chegue ao Judiciário ou à imprensa. Ter um programa de Compliance não significa burocratizar o seu dia a dia, mas sim blindar o seu patrimônio. É a garantia de que, enquanto você foca no crescimento e na estratégia do negócio, a estrutura jurídica e ética da empresa está protegida contra imprevistos. Começar pequeno, com diretrizes claras e um código de conduta bem definido, é o primeiro passo para transformar a conformidade em uma ferramenta de lucro e paz de espírito. Implementar uma estrutura de Compliance eficiente exige expertise técnica e um olhar atento às particularidades do seu setor. Na Coppoli Advogados, atuamos no diagnóstico de riscos e na implementação de programas de integridade personalizados, garantindo que sua empresa cresça com segurança e sem surpresas negativas. Entre em contato e agende uma consultoria para avaliarmos o nível de conformidade da sua empresa e como podemos fortalecê-la. Gostou deste conteúdo? Continue acompanhando nosso blog para mais orientações estratégicas sobre gestão jurídica, proteção patrimonial e governança.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros 14 de janeiro de 2026
No cenário empresarial brasileiro, a união entre família e negócios é uma das forças mais potentes da economia. No entanto, essa proximidade traz um desafio único: como separar os laços afetivos das decisões estratégicas? Muitos gestores ainda acreditam que a Governança Corporativa é um conceito restrito a multinacionais ou empresas listadas na Bolsa. Na realidade, ela é a ferramenta mais eficaz para garantir que uma empresa familiar não apenas sobreviva à troca de gerações, mas cresça com solidez e segurança jurídica. Implementar processos de governança não significa burocratizar, mas sim profissionalizar . Abaixo, detalhamos três pilares fundamentais para estruturar o futuro do seu negócio: 1. Conselheiros Externos e Independentes: A Voz da Imparcialidade Em uma empresa familiar, é comum que as decisões sejam influenciadas por dinâmicas de mesa de jantar ou hierarquias afetivas. A presença de um conselheiro independente traz o que chamamos de "olhar de fora". Estratégia sobre Emoção: O conselheiro não possui vínculos emocionais ou históricos de conflitos familiares, o que permite críticas construtivas e decisões baseadas em dados e metas. Profissionalização: Ele atua como um fiel da balança, garantindo que o interesse da empresa prevaleça sobre interesses individuais de herdeiros ou sócios, elevando o nível técnico da gestão. 2. Auditoria Externa Periódica: O Pilar da Transparência A confiança é o ativo mais valioso de uma família, mas, no ambiente corporativo, ela deve ser acompanhada de verificação. A auditoria externa não serve para "fiscalizar" erros, mas para validar a saúde do negócio. Credibilidade de Mercado: Empresas auditadas possuem maior facilidade na captação de recursos, empréstimos bancários e atraem investidores com mais agilidade. Harmonia Familiar: Ao ter números e processos validados por uma entidade independente, eliminam-se suspeitas ou ruídos de comunicação entre membros da família que estão na operação e aqueles que são apenas sócios cotistas. 3. Acordo de Sócios e Plano de Sucessão: Proteção de Patrimônio e Continuidade O maior risco de uma empresa familiar é a vacância de liderança ou o conflito entre herdeiros. O Acordo de Sócios é o documento jurídico que define as "regras do jogo" antes que os problemas aconteçam. Prevenção de Conflitos: Estabelece como será a retirada de lucros, como novos membros da família podem (ou não) ingressar na empresa e como decisões críticas serão tomadas. Longevidade do Negócio: O plano de sucessão prepara a próxima geração tecnicamente e juridicamente, garantindo que a transição de comando ocorra sem sobressaltos, protegendo o patrimônio acumulado ao longo de décadas. A estruturação jurídica e a implementação de boas práticas de governança exigem um olhar especializado e estratégico. Na Coppoli Advogados , auxiliamos empresas familiares a construir acordos sólidos, planejar sucessões e implementar modelos de gestão que garantem longevidade e segurança aos sócios. Entre em contato para agendar uma consultoria estratégica com nossa equipe e prepare sua empresa para o futuro. Gostou deste conteúdo? Siga nossas redes sociais para mais orientações práticas sobre governança, compliance e gestão jurídica para o seu negócio.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros 9 de janeiro de 2026
Desde o dia 1º de janeiro de 2026, o novo salário mínimo de R$ 1.621,00 entrou em vigor. À primeira vista, o reajuste de aproximadamente 6,79% pode parecer apenas uma atualização numérica, mas para quem gere um negócio, esse valor é o estopim de um efeito dominó que exige atenção estratégica imediata. Se a sua empresa enxerga essa mudança apenas como "pagar R$ 103 a mais por funcionário", você pode estar negligenciando riscos e custos ocultos que impactam diretamente a sua lucratividade. Por que não é "apenas" um aumento de R$ 103? Quando o piso nacional sobe, toda a estrutura de custos trabalhistas da empresa é recalculada. O empresário precisa estar atento a pontos que fogem do óbvio: Encargos e Provisões: O aumento reflete instantaneamente no cálculo do FGTS, nas provisões de férias, no 1/3 constitucional e no 13º salário. Benefícios e Acordos: Muitos benefícios, como o auxílio-creche ou seguros, são balizados pelo mínimo. Além disso, as faixas de contribuição do INSS e as cotas do Salário-Família também sofrem alteração. Impacto no PIS/Pasep e Seguro-Desemprego: As novas regras de transição para o abono salarial começam a valer este ano, e o jurídico precisa validar se o enquadramento dos seus colaboradores continua correto para evitar passivos futuros. Manter a folha de pagamento baseada nos valores de 2025 não é apenas um erro contábil; é um risco jurídico. O pagamento abaixo do piso nacional gera multas administrativas e abre margem para reclamações trabalhistas que, com juros e correção, podem se tornar impagáveis para pequenas e médias empresas. Além disso, em 2026, temos mudanças importantes na tabela de isenção do Imposto de Renda. Cruzar esses dados corretamente é fundamental para garantir que a retenção na fonte esteja em conformidade, protegendo a empresa de fiscalizações da Receita Federal. Gestão Jurídica: Transformando Obrigação em Estratégia Para a Coppoli Advogados, o novo salário mínimo deve ser encarado como um momento de revisão de processos. É a oportunidade ideal para: 1- Auditar contratos de trabalho. 2- Reavaliar o planejamento tributário sobre a folha. 3- Prevenir litígios através de uma conformidade trabalhista rigorosa. A pergunta que deixamos é: o seu departamento pessoal está apenas "atualizando o sistema" ou existe um olhar jurídico validando se a sua empresa está protegida e otimizada para este novo cenário? O reajuste salarial é obrigatório , mas a perda de dinheiro por falta de estratégia não é. Na Coppoli Advogados, auxiliamos empresas a navegarem pelas mudanças legislativas de 2026 com segurança e inteligência jurídica. Entre com contato fale com um de nossos especialistas em Direito Empresarial para uma auditoria preventiva em sua folha e contratos.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros 9 de janeiro de 2026
No dinamismo do mercado atual, gestores e empresários são desafiados a tomar dezenas de decisões diariamente. Muitas vezes, o combustível dessas escolhas é a intuição , a experiência de mercado ou a pressa por resultados. Mas a pergunta que fica é: qual é o alicerce que protege essas decisões quando o cenário muda? Tomar decisões sem um suporte jurídico adequado é como construir um edifício imponente sobre um terreno instável. Pode parecer seguro por um tempo, mas qualquer tremor regulatório ou contratual pode comprometer toda a estrutura. Os pilares de uma decisão segura Para que uma empresa cresça de forma sustentável, suas escolhas precisam estar ancoradas em três pilares fundamentais: Conformidade Normativa: Entender se o novo passo do negócio respeita as leis vigentes, evitando multas e sanções administrativas. Mitigação de Riscos: Antecipar possíveis passivos trabalhistas, tributários ou cíveis antes mesmo que eles se tornem um problema. Segurança Contratual: Garantir que acordos com parceiros, clientes e fornecedores sejam blindados, protegendo o patrimônio e a reputação da marca. Por que o suporte jurídico não deve ser apenas "corretivo"? Muitas empresas ainda cometem o erro de procurar um advogado apenas quando recebem uma citação judicial. No entanto, o papel da advocacia moderna e o que defendemos aqui na Coppoli Advogados é a advocacia preventiva. Quando o jurídico participa da estratégia de decisão, ele deixa de ser um custo e passa a ser um investimento. Ele permite que o empresário tenha audácia para crescer, sabendo exatamente onde está pisando e quais são os limites de sua segurança jurídica. A pergunta que você deve se fazer hoje Olhe para o seu planejamento para o próximo semestre. As mudanças que você pretende implementar, as contratações previstas ou a expansão de novos produtos estão amparadas por uma análise técnica? Decisões baseadas apenas no "feeling" podem custar caro. Decisões baseadas em estratégia jurídica geram longevidade. Sua empresa está pronta para o próximo nível? Se você quer garantir que as bases da sua empresa sejam sólidas o suficiente para sustentar o seu crescimento, nós podemos ajudar. Na Coppoli Advogados , atuamos lado a lado com o empresário para transformar riscos em oportunidades e incertezas em segurança jurídica. Clique aqui para agendar uma consultoria estratégica e entenda como podemos blindar as decisões do seu negócio.
Por Luiz Henrique Coppoli Barros 2 de janeiro de 2026
O ano que se inicia não será apenas mais um ciclo de calendário; ele marca o início da fase de testes da Reforma do Consumo e a implementação de regras mais rígidas de fiscalização eletrônica. Para o empresário, 2026 é o ano da "adaptação inteligente": quem não organizar processos internos agora poderá enfrentar choques de caixa, multas automáticas e perda de competitividade frente ao novo cenário nacional. Os Pilares da Mudança em 2026: O que Monitorar Diferente dos anos anteriores, 2026 exige atenção em três frentes distintas que impactam desde o custo da folha até a emissão da nota fiscal: 📌 1. O Início do IVA Dual (IBS e CBS) A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a alíquota-teste de 1% (sendo 0,9% de CBS federal e 0,1% de IBS estadual/municipal). O impacto: Embora esse valor possa ser compensado com o PIS/Cofins, a complexidade é operacional. As empresas deverão adaptar seus softwares (ERPs) para destacar esses novos tributos em cada nota fiscal emitida. 📌 2. Novo Salário Mínimo e Encargos Laborais Com a projeção do novo salário mínimo para R$ 1.621,00, as empresas devem recalcular o custo total da folha e das provisões. Para quem utiliza o MEI como braço operacional ou estratégico, o valor da guia DAS também sobe proporcionalmente, impactando a margem de serviços de baixa complexidade. 📌 3. Resolução CGSN nº 183/2025: Fim dos Pontos Cegos Esta norma consolida a integração total entre os Fiscos. A partir de 2026, as declarações como PGDAS-D e DASN-Simei passam a ter natureza de confissão de dívida. Além disso, a fiscalização passa a considerar as receitas e débitos vinculados ao CPF do sócio de forma integrada, aumentando o risco para quem mantém pendências em diferentes CNPJs. O ano de 2026 exige uma visão estratégica para transformar obrigatoriedades em diferenciais competitivos. Veja os principais pontos de atenção: Tecnologia e NF-e: Risco : Rejeição de notas fiscais e paralisação operacional por falta de adequação aos novos tributos (IBS/CBS). Oportunidade : Implementar a antecipação tecnológica e automação fiscal para ganhar agilidade. Gestão de Fluxo de Caixa: Risco : Desequilíbrio financeiro devido ao aumento dos custos laborais (novo salário mínimo) e novos impostos. Oportunidade : Revisar a precificação de produtos e serviços, otimizando as margens de lucro. Conformidade Fiscal (CGSN 183): Risco : Desenquadramento automático e multas pesadas por confusão entre contas de Pessoa Física e Jurídica. Oportunidade : Garantir a blindagem patrimonial e uma regularidade fiscal plena perante o Fisco. Para que sua empresa não seja surpreendida, o foco deve estar na prevenção e organização . O checklist essencial para 2026 envolve a auditoria imediata de sistemas de TI para suportar o IVA dual, além de um r ecálculo rigoroso dos custos de folha de pagamento. É crucial realizar o saneamento do CPF dos sócios e interromper qualquer fluxo de receita empresarial em contas pessoais, evitando punições pela nova Resolução 183/2025 . Por fim, a capacitação da equipe financeira em relação aos novos créditos tributários garantirá que sua empresa não perca dinheiro na transição. No Coppoli Advogados , atuamos na linha de frente dessa transição, transformando a complexidade da Reforma Tributária em eficiência operacional e segurança para o seu negócio. 📲 Sua empresa está preparada para o novo cenário econômico? Entre em contato conosco e garanta um p lanejamento jurídico e fiscal sólido para o futuro.
Por Luiz+Henrique Coppoli+Barros 2 de janeiro de 2026
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